terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Águas de açudes impróprias para consumo.



A Superintendência Estadual da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) na Paraíba está avaliando a qualidade da água em diversos municípios do Estado. Na primeira análise, com amostras de água de cinco localidades do Cariri e do Seridó, foi apontado que 95% dos mananciais analisados estão contaminados por bactérias e, portanto, impróprios para o consumo humano.
A pesquisa realizada através da Unidade Móvel de Controle de Qualidade da Água (UMCQA), inaugurada neste semestre, visitou no final do mês passado as cidades de Tenório, Junco do Seridó, Santo André, Assunção e Parari, que somadas possuem uma população de 16.872 habitantes, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Até o final do ano, serão visitados 25 municípios que ainda não têm um programa de Tratamento e Controle de Qualidade da Água para o consumo humano implantado. As análises serão realizadas em cisternas, poços artesianos, cacimbas, barragens e açudes.
A Companhia de Abastecimento da Paraíba (Cagepa) é responsável pela distribuição de água em 181 municípios do Estado, num total de 223. Em 42 localidades o abastecimento é de responsabilidade das prefeituras municipais. A assessoria de imprensa da companhia informou que para expandir a rede de tratamento e distribuição de água é preciso que haja o interesse do município de repassar a concessão pública do serviço.
Segundo a farmacêutica Rosimere Oliveira, coordenadora técnica da UMCQA, o fato de muitos municípios não disporem de sistema de tratamento de água adequado para atender a população pode acarretar no aparecimento de diversas doenças como hepatite, diarreia, verminoses e enterites. Ela disse que depois de concluído o levantamento, os municípios que tiverem suas águas diagnosticadas como impróprias para o consumo humano terão que apresentar estratégias para resolver o problema.

CRONOGRAMA

Neste mês de outubro, de 17 a 21, a UMCQA estará nos municípios do Cariri: Monteiro, Santa Cecília, Alcantil, São Sebastião do Umbuzeiro, Zabelê e São João do Tigre. De 24 a 28, será a vez do Sertão: Amparo, Mãe D'água, São José de Princesa e Coremas. 

Já percebeu como está a água que sai da sua torneira?

Aqui na cidade de Junco do Seridó, Paraíba, a população dispõe de água gratuita em suas torneiras, mas, é preocupante, pois, a água que sai nas torneiras das casas dos cidadãos desta cidade está carregada de metais pesados e não existe nenhum tratamento para purificação da água. A água apresenta odor e é imprópria para qualquer tipo de uso nas residências. A população precisa de saúde, somos seres humanos, racionais e elegemos políticos na intenção de nos dar qualidade de vida. O pior é que além do descaso, a água só chega nas torneiras três dias na semana. Juazeirinho é uma cidade próxima (a 18 km de Junco do Seridó) que tem água de qualidade vinda do açude de Boqueirão. Santa Luzia também faz limite com o município de Junco do Seridó e tem água de qualidade, vinda de Coremas, apenas a população de Junco tem que passar por tais constrangimentos, correndo o risco de adoecer e gastar muito mais com medicamentos. Espero que algo seja feito em favor de nossa saúde. Cabe ao governo local exigir do governo estadual uma adutora que atenda as necessidades da nossa população.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Minas Tradicionais da Região-Junco do Seridó-PB

               


MINERAÇÃO A CÉU ABERTO:
 



Mineração a céu aberto refere-se ao método de extracção de rochas ou minerais da terra por sua remoção de um poço aberto ou de uma escavação em empréstimo. O termo é usado para diferenciar esta forma de mineração dos métodos extractivos que requerem perfuração de túneis na terra - mineração subterrânea. A mineração a céu aberto é usada quando depósitos de minerais ou rochas comercialmente úteis são encontrados perto da superfície; isto é, onde a espessura do terreno de cobertura (situado por cima do material de interesse, e que tem de ser removido para se chegar a este) é relativamente pequena ou o material de interesse é estruturalmente impróprio para a abertura de túneis (como é o caso de areias, cinzas vulcânicas e cascalhos). Onde os minerais ocorrem muito abaixo da superfície, e a espessura dos terrenos de cobertura é grande ou o mineral ocorre em veios na rocha - o material de interesse é extraído usando métodos de mineração subterrânea. As minas a céu aberto são ampliadas tipicamente até que o recurso mineral (ou o lote de terra possuído pela companhia de mineração) se esgote.

Minas a céu aberto de onde se extraem materiais de construção e pedra ornamental são geralmente chamadas pedreiras. A maioria das pessoas dicilmente distingue os vários tipos de minas a céu aberto, como pedreiras, empréstimos, minas de aluvião, e as minas de lavra em tiras.

As minas a céu aberto são geralmente expandidas até que o recurso mineral seja esgotado, ou até que a razão crescente entre o volume de terreno de cobertura e o volume de minério torne a continuação da extração não-económica. Quando tal acontece, as minas a céu aberto podem ser transformadas em aterros sanitários. Porém, em geral, é necessário que exista algum tipo de controlo da água para a mina não se transformar em lago.


Uma pedreira de coquina

Materiais extraídos de minas a céu aberto incluem:

minas a céu aberto em junco do seridó -paraiba








Itacoatiaras do Chorão: Um Patrimônio Revisitado 

 



Itacoatiaras existentes em nossa comunidade e em nossa região, pois quando olhamos os objetos ao nosso redor são pelas suas formas que os identificamos, reconhecemos e apreciamos. À nossa volta podemos observar as mais variadas formas: as feitas pela natureza e as inventadas pelo homem. Foi através da observação, da imaginação e das mãos do homem pré-histórico que surgiram os primeiros registros de expressão plástica como, por exemplo, o desenho e as pinturas rupestres. 

 Mas, o que são Itacoatiaras? Inicialmente nos atentemos para o significado lingüístico da palavra “itacoatiara”, este é um nome de origem no troco lingüístico Tupi Guarani e significa: Ita (pedra), cuatiara (risco, desenho, inscrições, garatujas). Pedra escrita, riscada ou garatujas). Estas gravuras conforme estudos recentes apresentam diferentes aspectos do homem pré-histórico das Américas. Sua importância Histórica para compreendermos um pouco sobre a verdadeira origem do ameríndio é fruto de um Trabalho há muito tempo liderado pela pesquisadora Niéde Guidon, que com suas pesquisas no Parque da Capivara já derrubou verdadeiros mitos com seu estudo científico no que busca resgatar as origens dos nossos antepassados mais distantes, e que assim quebra as teorias eurocêntricas que supostamente explicam a origem do homem nas Américas, aquele mesmo homem que fez as Itacoatiaras do Chorão.

 

por:YALE SOUZA

Junco do seridó - Paraiba


HISTÓRIA

A denominação "Junco" vem de uma planta aquática do mesmo nome e Seridó, por estar localizado nesta micro região assim denominada. Porém, "Chorão" foi o primeiro nome nos primórdios de nossa cidade, isto por volta de 1892 com a implantação da fazenda "Unha de Gato" por Balduino Guedes sendo esta a origem da atual sede do município de Junco do Seridó, no Estado da Paraíba.
Sua origem também está interligada com o surgimento das comunidades rurais como o Distrito de Bom Jesus, a Serra de Santana, a Malhada do Umbuzeiro, o Exu, a Comunidade da Carneira, dentre outras. A Fazenda "Unha de Gato" Origem da Sede, ficava a 1km de onde hoje é o centro da cidade, lá foi construído um açude onde as principais atividades econômicas foram a agricultura de subsistência e a pecuária. O Nome Chorão, como foi batizado o lugar em seus primórdios, segundo a tradição oral, veio da fonte de água doce, conhecida por muitos como "Mela bico" onde na época das chuvas a água escorre das fendas das pedras do serrote formado por quartzito e outros minerais. À sombra da velha gameleira, hoje doente, mas ainda viva, o lugar serviu de pousada para os viajantes "tropeiros" que se deslocavam do sertão da Paraíba para o cariri, brejo e litoral. A povoação, que hoje é a sede do Município, foi fundada por volta de 1931 quando da construção da residência de Manoel balduino, filho de Balduino Guedes, chegaram também nesta época as famílias Nóbrega, Pereira, Cabral de Oliveira, Medeiros, Santos, Cunha, Araújo, Santana, a família Coelho, Ferreira, Donato e outras. Em 1933 foi rezada a 1ª Missa Oficial, tendo como abrigo apenas a sombra de uma Baraúna, segundo relatos orais. A Missa foi celebrada pelo padre Apolônio Gaudêncio. No ano seguinte teve início à construção da Igreja de Santo Onofre hoje Matriz da Paróquia de Santo Onofre concluída por volta do início da década de 1940. Porém o Prédio antigo e histórico foi demolido no ano de 2007 e uma nova e moderna igreja está sendo construída no mesmo local, no centro da cidade.
                            
                             GEOGRAFIA 
 O município está incluído na área geográfica de abrangência do semiárido brasileiro, definida pelo Ministério da Integração Nacional em 2005.[7] Esta delimitação tem como critérios o índice pluviométrico, o índice de aridez e o risco de seca.

                            

                            Aspectos Socioeconômicos

 

O Município de Junco do Seridó foi criado pela lei número 2.680 de 22 de Dezembro de 1961 e instalado em 1 de Janeiro de 1962, desmembrando-se de Santa Luzia e formando o único Distrito-Sede. Segundo dados do Censo (IBGE-2007) é de 6.731 habitantes e a área da unidade territorial do Município é de 170 km², o código do Município no IBGE é 250780. . Nomes como Teodoro Napoleão Bezerra, Elizeu Lins de Medeiros, o então Deputado Estadual Seráfhico Nóbrega, dentre outros foram trabalhadores pela emancipação. Com área de 160,1km2, está a 265 km da Capital. De acordo com o censo (IBGE,2000), Em 2000 a população total residente era de 5.968 habitantes dos quais 3.479(58,29%) residiam na zona urbana e 2.489 na zona rural.
A densidade demográfica é de 37,28hab/km². Do total de sua população, naquele Censo de 2000, cerca de 2.988 são homens e 2.980 são mulheres. A rede de saúde municipal dispõe de 05 unidades ambulatoriais, com a construção do Posto de Saúde da Família pelo governo federal no Bairro Santo Antônio, na sede do Município, completando assim, 03 postos do Programa PSF. Na área educacional o município apresenta 15 estabelecimentos de ensino fundamental e 01 estabelecimento de ensino médio. Da população total residente, constam que 3.364 são alfabetizados. De um total de 1.380 domicílios particulares permanentes, constam 342(24,78%) domicílios, com esgotamento sanitário e 870(63%) domicílios abastecidos pela rede geral de água. Indicadores da área econômica apontam para 42 empresas com CNPJ atuantes na unidade territorial.
O principal suporte da economia era a agricultura, porém hoje sem dúvida é a mineração, principalmente a do caulim. Historicamente, a primeira feira foi realizada no povoado por volta de 1933, quando na época Santa Luzia era administrada pelo Sr. Silvino Cabral. A feira foi realizada segundo a tradição oral numa "latada", e os primeiros comerciantes foram Antônio Soares, Flaviano Pereira de Azevedo, Francisco Cabral de Oliveira, José da Cunha Araújo e Severino Coelho. Porém, segundo dados do IBGE, A economia do município apresenta no setor primário uma maior participação(50,1 à 75%), seguindo-se o setor secundário com participação de 20,1 à 40% e, com menor participação, o setor terciário (5,1 à 25%).
Na agricultura com resultados modestos, aparecem as plantações de feijão, milho, mandioca e algodão. Na pecuária sobressai-se a criação de bovinos e na avicultura a criação de galináceos com produção de ovos.

                       

                                Cultura

                    Patrimônios tombados

 A Serra da Brennam, as "Itacoatiaras do Chorão", e as árvores centenárias da avenida central e da estrada para o Distrito do Bom Jesus. As itacoatiaras e as árvores centenárias foram tombadas por lei municipal de autoria do Vereador José Ivaldo Donato Nóbrega. O progresso que atingiu o povoado, devido sua localização estratégica as margens de uma importante estrada que liga sertão e litoral, hoje a BR 230, elevou-o a distrito de Santa Luzia em 1938. Em 1949 foi assinada pela Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba a criação da Vila de Junco do Seridó e o Cartório Distrital, tendo como escrivão o saudoso José da Cunha Araújo.



postado por:  Yale souza


    

Respeito e Amor ao Próximo

A maioria do povo brasileiro ainda não conhece o significado correto da expressão “amar o próximo como a si mesmo”. O mau uso da palavra, amar, pela nossa arte e pela nossa mídia, que insiste em relacioná-la tão freqüentemente ao namoro e ao sexo, acaba nos confundindo. No entanto, mesmo antes da era cristã, amar era se relacionar com total igualdade de consideração, sem superioridade ou inferioridade e com tolerância às normais falhas e diferenças dos seres humanos.
Amar o próximo (na sua definição mais simples) é não lhe fazer coisas que nós não gostamos que sejam feitas conosco, e só fazermos o que concordarmos com que também sejam feitas conosco. O que nós não gostamos de receber, o nosso semelhante também não deve gostar. Se respeitar-mos essa regra, nos torna­remos cooperadores um do outro ao invés de destruidores, um do outro, como tem acontecido tão freqüentemente na nossa sociedade. Precisamos entender melhor o que é amor fraternal para colhermos boa convivência pessoal, familiar e social. 



 

Sejam bem vindos ao meu blogger!

Ao longo dos dias vou postar um pouco de cada assunto!
para que juntos podemos, refletir sobre varios descasos envolvendo o nosso pais!!!

conto com voces!